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CEGIN encerra a temporada de 2018 comemorando bons resultados

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Presença da equipe nos pódios em competições nacionais e participação de atletas nas seleções brasileiras são destaques do ano; está aberta a captação de recursos para 2019, por meio da Lei de Incentivo ao Esporte.
   
O Centro de Excelência de Ginástica do Paraná (CEGIN) tem muitos motivos para comemorar o encerramento da temporada de 2018. A equipe de Curitiba conquistou pódios em competições nacionais, teve a participação de suas atletas em seleções brasileiras e manteve o forte trabalho de detecção e desenvolvimento de talentos na ginástica artística feminina. Empresas que direcionam recursos para projetos esportivos por meio da Lei de Incentivo ao Esporte podem patrocinar o projeto do CEGIN – aportes têm de ser feitos ainda em dezembro/2018.
“Nossas meninas fizeram muito bonito! Tivemos quatro atletas na seleção brasileira principal – duas foram para o Mundial de Doha –, temos nossas promessas do Juvenil e, também, as pequenininhas que estão vindo com a corda toda”, avaliou o coreógrafo Rhony Ferreira, presidente do CEGIN.
   As quatro atletas que estiveram com a seleção adulta em 2018 foram Thais Fidélis, Anna Júlia Reis, Carolyne Pedro e Luiza Trautwein. Elas se revezaram entre as várias competições do ano, mas estiveram juntas na campanha dos Jogos Sul-Americanos de Cochabamba, na Bolívia, em maio, quando o Brasil conquistou a medalha de ouro por equipes. Além disso, Thais e Anna Júlia fizeram dobradinha no pódio do solo, com ouro e prata, e Luiza conquistou o ouro no salto.
 
  Na principal competição do ano, o Mundial de Doha, realizado entre outubro e novembro, Thais Fidélis, de 17 anos, foi novamente titular da seleção, e ajudou o Brasil a voltar a disputar uma final por equipes após 11 anos – a seleção terminou na sétima posição e se classificou para o Mundial de Stuttgart, em 2019, que definirá as vagas olímpicas para Tóquio/2020. Anna Júlia Reis, de 16 anos, também esteve no Mundial, sua estreia no evento, como reserva. A técnica Iryna Olyashenko, do CEGIN, também foi treinadora da seleção.
   Entre as juvenis, Ana Luiza Lima e Júlia Soares, de 13 anos, estiveram com a seleção em competições importantes, como o tradicional Troféu Citta di Jesolo, na Itália, em abril (junto com Carolyne Pedro e Luiza Trautwein, do adulto), e conquistaram um excelente resultado no Sul-Americano da categoria, realizado em outubro, em Lima (Peru). Ajudaram o Brasil a ser campeão juvenil por equipes e, juntas, ganharam seis medalhas. Ana Luiza foi campeã do individual geral, prata no solo e bronze no salto. Júlia foi campeã do solo, bronze no individual geral e nas paralelas assimétricas. Ainda nessa competição, a infantil Josiany Calixto, de 11 anos, participou da equipe brasileira campeã (que também teve a participação de Flavia Paesano, do CEGIN) e foi prata no individual geral, na competição para meninas entre 11 e 12 anos.
   Nos Campeonatos Brasileiros, foram muitos os pódios para o CEGIN. A equipe de Curitiba foi vice-campeã no Brasileiro por Equipes, torneio adulto realizado em São Bernardo do Campo e Santos, entre junho e agosto, e conquistou a terceira posição com a equipe pré-infantil no Brasileiro Juvenil e Pré-Infantil no mês de novembro, em Porto Alegre.
No Brasileiro de Especialistas, realizado em Santos, foram cinco medalhas individuais: Thais Fidelis foi campeã no solo e bronze no individual geral e Carolyne Pedro ficou em terceiro lugar nas paralelas assimétricas. As juvenis Ana Luiza Lima e Júlia Soares encantaram na competição de adultos, disputando as provas de igual para igual com atletas bem mais experientes: Ana Luiza foi bronze no solo e Júlia, bronze na trave.
   Na competição de sua faixa etária, em Porto Alegre, Ana Luiza e Júlia colecionaram medalhas, subindo ao pódio em todos os aparelhos. No individual geral, Ana Luiza foi campeã e Júlia, bronze. Nos aparelhos, dobradinhas das duas talentosas ginastas, que apenas trocaram a posição. No solo, Ana Luiza foi ouro e Júlia, prata, o que também ocorreu no salto e nas assimétricas. Na trave, Júlia é quem foi campeã, com Ana Luiza em segundo. Por fim, no Brasileiro Infantil, disputado em junho em São Bernardo do Campo, Josiany Calixto conquistou três medalhas: ouro na trave e bronze no individual geral e nas assimétricas.

 

   Com tantos resultados positivos, Rhony Ferreira está animado com o que foi apresentado em 2018 e com as perspectivas para 2019. “Nosso balanço do ano é super positivo. Conseguimos estar no pódio de todos os campeonatos nacionais e internacionais. Nossas atletas representaram bem não só o CEGIN, mas também o Brasil. No ano que vem, teremos o primeiro Mundial Juvenil (em Gyor, Hungria) e as duas primeiras atletas do Brasil são do CEGIN. Estamos com uma esperança muito grande de que vamos fazer bonito nesse Mundial.”
   As conquistas de 2018 só não foram melhores porque não houve orçamento suficiente para a execução dos planos da equipe. “Infelizmente, pela falta de patrocínio, não conseguimos ir para alguns campeonatos internacionais que queríamos porque não tivemos dinheiro. Apesar dessas dificuldades, estamos felizes com o andamento do trabalho. Estamos com muitas crianças na escolinha, muito talentosas, e queremos trazer outras atividades para o nosso ginásio no ano que vem, poder selecionar melhor os talentos e firmar convênios com instituições que vão nos possibilitar conseguir grandes resultados.”
Em busca de apoiadores, o CEGIN teve seu projeto, da iniciação ao alto rendimento, aprovado para captar recursos via Lei de Incentivo ao Esporte. A deliberação do Ministério do Esporte foi publicada no Diário Oficial da União em 26 de novembro. O projeto está em fase de captação para o próximo ano, e o aporte tem de ser feito até o fim de dezembro corrente – Deliberação Nº 1.235, de 23 de novembro de 2018.
   O Centro de Excelência de Ginástica do Paraná tem o apoio dos incentivadores Portonave, Fertipar, Elejor, Caminhos do Paraná e Blount, por meio da Lei de Incentivo ao Esporte, do Ministério do Esporte, e da SMELJ, Prefeitura de Curitiba.