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Caçulas da seleção, ginastas do CEGIN ganham experiência no

Mundial para fortalecer o Brasil

   Anna Julia Reis, 16 anos, e Thais Fidélis, 17, ajudaram a equipe brasileira a conquistar a 7ª posição do mundo em Doha, integrando uma equipe que trabalha para Tóquio/2020.
   Curitiba - As ginastas Anna Julia Reis e Thais Fidélis, do Centro de Excelência de Ginástica do Paraná, o CEGIN, com sede em Curitiba, ajudaram a seleção brasileira a conquistar o excelente 7º lugar no Mundial de Doha, Catar, na final por equipes realizada nesta terça-feira (30/10). Thais Fidélis disputou o solo e melhorou sua nota (13.233) em relação a qualificação. O Brasil teve Fávia Saraiva liderando o grupo com Jade Barbosa e Rebeca Andrade na trave, solo, salto e paralelas. Lorrane Oliveira também formou o grupo na qualificação. Os técnicos são Iryna Ilyashenko, do CEGIN, e Francisco Porath.
   A treinadora Iryna - há 20 anos no Brasil - já havia dito que não tinha expectativa de pódio individual para Thais, a caçula dentre as titulares (nasceu em Ribeirão Preto, SP, em 23 de julho de 2001), porque a ginasta teve um ano difícil - sentiu dificuldades na transição de faixa etária de juvenil para adulta, comum no esporte. Mas a ginasta, 4ª colocada no solo no Mundial do ano passado, em Montreal (CAN), acertou sua apresentação em Doha na final por equipes e conseguiu 13.233 no aparelho.
   Anna Julia Reis (nascida no Rio em 28/12/2001) ficou na reserva, em sua primeira participação em um Mundial. A ginasta tem apenas 16 anos e tem sido chamada constantemente para integrar os campings de treinamento da seleção no Time Brasil, nas instalações que ficam dentro do Parque Olímpico do Rio de Janeiro.
O Brasil não ia a uma final de Mundial há mais de uma década - a 5ª posição do Mundial de 2007 e do Pré-Olímpico de 2016, no Rio, haviam sido as melhores posições da equipe na história. 
   Estados Unidos (171.629), Rússia (162.863) e China (162.396), as três primeiras equipes do Mundial de Doha, ficaram com as vagas olímpicas em disputa. O Canadá foi 4º (161.644), seguido por França (5º, 161.294), Japão (6º, 160.262), Brasil e Alemanha (8º, 159.428). Os primeiros 24 estão classificados para o Mundial de Stuttgart, Alemanha, em 2019. Lá estarão em disputa mais 9 vagas olímpicas para os Jogos de Tóquio, Japão, em 2020.
"A Anna Julia e a Thais são as mais novas da seleção, sempre sendo chamadas para os campings e as competições internacionais. São de muita importância para o grupo, até porque ainda vão se desenvolver, integram a nova geração", afirma Rhony Ferreira, coreógrafo e presidente do Cegin. "A avaliação que fazemos das meninas do CEGIN é muito positiva. A hora que foram solicitadas ajudaram a seleção, fizeram a parte delas. A Anna Julia, mesmo na reserva, ajudou a equipe na parte dos treinamentos, foi muito elogiada", completa.
 
   Lembra que em 2019 a seleção vai precisar de mais ginastas até chegar ao melhor grupo para o Mundial e seguir o desenvolvimento que a ginástica artística feminina vem apresentando. "A gente acredita que muitas ginastas do CEGIN poderão ser o futuro do Brasil que tem muita chance de ir a Olimpíada se treinar direitinho e muito a sério. Ainda temos outras meninas do CEGIN, como a Caolyne Pedro, a Fabiane Brito e a Luiza Trautwein que já integraram a seleção e podem estar nas Copas do Mundo e até no Mundial de 2019", ressalta Rhony. 
   O Centro de Excelência de Ginástica do Paraná tem o apoio dos incentivadores Portonave, Fertipar, Elejor, Caminhos do Paraná e Blount, por meio da Lei de Incentivo ao Esporte, do Ministério do Esporte, e da SMELJ, Prefeitura de Curitiba.